Nova panicat Aline Mineiro conta que sofreu bullying quando foi garçonete

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Mineiro (Foto: Divulgação) Luciana Tecidiodo EGO, no Rio Até chegar ao posto de panicat, como são chamadas as ajudantes de palco do “Pânico”, a paulistana Aline Mineiro, de 23 anos, ralou muito. Alías, ralou e sofreu bullying. Filha única de um casal de baianos – a mãe trabalha com vendas há 12 anos e o pai foi taxista -, Aline nasceu e foi criada em São Paulo. Na adolescência, se quisesse comprar alguma coisa, tinha que ser com seu próprio dinheiro. Dos pais não ganhava um tostão. “Eles me acostumaram assim”, diz ela Para conseguir sua independência, aos 16 anos Aline começou a trabalhar em um buffet, conciliando os estudos com o serviço. No local destinado a promover festas, ela fazia um pouco de tudo. Limpava o chão, decorava as mesas e trabalhava como garçonete. Foi quando passou a sofrer bullying na escola. “Um dia o parente de um colega da escola, o mais bonitinho do colégio, fez uma festa no buffet onde eu trabalhava e apareceu lá. Fiquei com medo de ele me ver trabalhando, porque já sabia que iam debochar. Mas respirei fundo e fui em frente. Apareci carregando a bandeja no salão e no dia seguinte a escola inteira me zoava: ‘a bonitinha é empregada!’, falavam. O deboche logo se espalhou para a escola inteira. Mas aguentei firme”, afirma. Ela só conseguiu trabalhar três meses no buffet. “Era a típica Cinderela. Trabalhava das 9h às 3h da manhã”, lembra. Ao deixar a casa de festas, foi trabalhar no setor de desembarque do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo onde ficou por três anos. Já visando a carreira artística, Aline recebeu propostas de trabalho de uma agência de modelos até ser chamada para atuar no corpo de bailarinas de palco do “Programa do Gugu”, na Record. De lá, seguiu para o progama “Arena”, no SBT, passando depois para o “Pânico”. Pouca malhação Para matar as mortais de inveja, a mais nova panicat garante que esse corpão aí das fotos – com 1,70m de altura, 103cm de quadril, 67cm de cintura e 98 de busto – é fruto de pura genética. Ela garante que pouco se esforça para manter essas medidas. “Só não como doce e fritura, que faz mal ao meu estômago. Fora isso, como tudo e só malho duas vezes na semana”, garante Aline, que trancou a faculdade de Jornalismo para estudar Teatro. “Não tinha dinheiro para bancar as duas.” Exibir o corpão de biquíni no “Pânico” é encarado por ela de forma natural. Já o pai não pensa assim. “Ele morre de ciúme. Mas a minha mãe, não. Ela me apoia e como estou feliz, ela também fica.” Quem são suas musas? “Muitas! Nicole Balhs, Sabrina Sato, Juju Salimeni, Lisi Benitez… Adoro todas!”(Foto: Divulgação) Luciana Tecidiodo EGO, no Rio
MAIS FOTOS: http://crato-noticias.blogspot.com.br/2015/05/nova-panicat-aline-mineiro-conta-que.html

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