Carro-bomba deixado na porta da Assembleia seria retaliação de facção criminosa contra lei dos bloqueadores nas cadeias

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A Segurança Pública do Ceará apura a possibilidade de um atentado planejado por uma facção criminosa contra a Assembleia Legislativa do Ceará, quando uma carga explosiva dentro de um veículo roubado foi deixada nas proximidades do prédio daquela instituição, na noite de segunda-feira (4). Seria uma retaliação à aprovação de uma lei que determina o bloqueio de celulares nos presídios.
O carro-bomba foi descoberto depois que a Polícia recebeu uma ligação anônima. A equipe Anti-Bombas do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), pertencente ao Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque), foi acionada pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) e fez a remoção do material explosivo. Segundo os militares, eram cerca de 13 quilos de emulsão de explosivos análogo à dinamite. A explosão, se acontecesse, traria conseqüência gravíssimas.
O carro roubado foi deixado estrategicamente a poucos metros da sede da AL, no cruzamento da Avenida Desembargador Moreira com a Rua Francisco Holanda. O Gate teve que bloquear todo o quadrilátero formado, ainda, pela Avenida Pontes Vieira e Rua Tomás Acioli. O trabalho arriscado e minucioso levou cerca de três horas, sendo concluído na madrugada de hoje.
A desativação do artefato foi feito por um robô. O equipamento foi recebido pela Polícia Militar do Ceará através de doação do Ministério da Justiça ainda como parte do plano de segurança para a Copa do Mundo de 2014.
Um braço mecânico manipulado através de controle remoto fez a retirada do material explosivo, que, em seguida, foi transportado cautelosamente para a sede do Gate, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. O artefato é do mesmo tipo que vem sendo utilizado por bandidos na explosão de bancos no Interior do Estado.
Ainda de acordo com o supervisor do Comando do Policiamento da Capital, tenente-coronel Solonildo Uchoa, o carro onde estava o material explosivo, um veículo de marca Up está no cadastro dos roubados.
Celulares e transferências
Após uma onda de atentados, as autoridades da Segurança Pública e da Justiça decidiram transferir para penitenciárias federais de segurança máxima de outros estados, os principais “cabeças” de planos de atentados ocorridos em Fortaleza no mês passado.
Os criminosos ligados às facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) estariam propensas a ordenar uma nova série de atentados por conta da aprovação da lei estadual na AL que determina a instalação de bloqueadores de celulares nos presídios da Grande Fortaleza, que deve anular a ação dos criminosos dentro das cadeias.
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